RISE! Music festival

RISE! Music festival

RISE! Music festival

Branding, identidade e ilustração para o Rise, um festival de música fictício composto exclusivamente por mulheres, criado a partir de um problema real de representatividade.

Branding, identidade e ilustração para o Rise, um festival de música fictício composto exclusivamente por mulheres, criado a partir de um problema real de representatividade.

Branding, identidade e ilustração para o Rise, um festival de música fictício composto exclusivamente por mulheres, criado a partir de um problema real de representatividade.

Ano: 2021

Trabalho de Conclusão de Curso

Papel: Designer, ilustradora

Design gráfico

Branding

Ilustração

Resumo

Resumo

O Rise Festival foi o meu projeto de conclusão de curso em Design de Comunicação na PUCRS.


Tudo começou com um dado claro e incômodo: na maioria dos maiores festivais de música do Brasil, cerca de 80% das atrações eram artistas homens — uma disparidade confirmada não apenas por pesquisas feministas e fontes acadêmicas, mas também pela cobertura jornalística da época. Esse desequilíbrio serviu de ponto de partida para um festival fictício criado inteiramente em torno de artistas mulheres, abrangendo desde o line-up até cada elemento da comunicação visual e textual.


É importante esclarecer o que isso significa: embora o line-up seja exclusivamente feminino, o Rise não é um evento excludente. O festival convida pessoas de todos os gêneros a participar, celebrar e dançar junto com as artistas. O objetivo nunca foi excluir ninguém, mas sim elevar as mulheres ao mesmo patamar de visibilidade e importância historicamente reservado aos homens, tratando a igualdade como algo a ser celebrado coletivamente, e não como algo restrito a um único grupo.


O nome "Rise" carrega duas camadas de significado simultâneas. É uma homenagem a Maya Angelou, fazendo referência ao seu poema And Still I Rise. É também um chamado para se levantar, para rebelar-se e para lutar por uma causa que valha a pena.


No sentido mais literal de um festival de música, é um convite para levantar e dançar, para sentir-se livre e para se soltar. O elemento que une a identidade da marca é o símbolo da chama, escolhido especificamente para representar uma "chama de esperança" e transmitir essa mesma ideia de resiliência e possibilidade em todas as formas de comunicação do festival.

O Rise Festival foi o meu projeto de conclusão de curso em Design de Comunicação na PUCRS.


Tudo começou com um dado claro e incômodo: na maioria dos maiores festivais de música do Brasil, cerca de 80% das atrações eram artistas homens — uma disparidade confirmada não apenas por pesquisas feministas e fontes acadêmicas, mas também pela cobertura jornalística da época. Esse desequilíbrio serviu de ponto de partida para um festival fictício criado inteiramente em torno de artistas mulheres, abrangendo desde o line-up até cada elemento da comunicação visual e textual.


É importante esclarecer o que isso significa: embora o line-up seja exclusivamente feminino, o Rise não é um evento excludente. O festival convida pessoas de todos os gêneros a participar, celebrar e dançar junto com as artistas. O objetivo nunca foi excluir ninguém, mas sim elevar as mulheres ao mesmo patamar de visibilidade e importância historicamente reservado aos homens, tratando a igualdade como algo a ser celebrado coletivamente, e não como algo restrito a um único grupo.


O nome "Rise" carrega duas camadas de significado simultâneas. É uma homenagem a Maya Angelou, fazendo referência ao seu poema And Still I Rise. É também um chamado para se levantar, para rebelar-se e para lutar por uma causa que valha a pena.


No sentido mais literal de um festival de música, é um convite para levantar e dançar, para sentir-se livre e para se soltar. O elemento que une a identidade da marca é o símbolo da chama, escolhido especificamente para representar uma "chama de esperança" e transmitir essa mesma ideia de resiliência e possibilidade em todas as formas de comunicação do festival.

Pesquisa de público

Pesquisa de público

O Rise nasceu de uma motivação pessoal, uma paixão genuína por música e feminismo, aliada a algo que eu não conseguia ignorar depois que comecei a prestar atenção: uma disparidade real e mensurável entre artistas homens e mulheres nas escalações dos maiores festivais do país.


Para entender a quem o festival realmente se destinava, comecei pesquisando o comportamento de consumo da Geração Z, um público cada vez mais atraído por produtos que não apenas representam quem eles são, mas que também carregam um significado mais profundo. Com base nisso, realizei uma pesquisa quantitativa para confirmar a hipótese de que esse público estaria concentrado principalmente nessa faixa etária, seguida de entrevistas qualitativas com cerca de sete pessoas para compreender o que, de fato, atrairia alguém para um festival como o Rise em detrimento de outros.


Essa pesquisa confirmou a premissa central do projeto: esse público quer se divertir, mas também quer saber que está apoiando algo positivo — um festival pelo qual se sintam representados e do qual tenham orgulho genuíno de fazer parte.

O Rise nasceu de uma motivação pessoal, uma paixão genuína por música e feminismo, aliada a algo que eu não conseguia ignorar depois que comecei a prestar atenção: uma disparidade real e mensurável entre artistas homens e mulheres nas escalações dos maiores festivais do país.


Para entender a quem o festival realmente se destinava, comecei pesquisando o comportamento de consumo da Geração Z, um público cada vez mais atraído por produtos que não apenas representam quem eles são, mas que também carregam um significado mais profundo. Com base nisso, realizei uma pesquisa quantitativa para confirmar a hipótese de que esse público estaria concentrado principalmente nessa faixa etária, seguida de entrevistas qualitativas com cerca de sete pessoas para compreender o que, de fato, atrairia alguém para um festival como o Rise em detrimento de outros.


Essa pesquisa confirmou a premissa central do projeto: esse público quer se divertir, mas também quer saber que está apoiando algo positivo — um festival pelo qual se sintam representados e do qual tenham orgulho genuíno de fazer parte.

Essa compreensão foi fundamental para definir o tipo de comunicação de que o Rise precisava: lúdica, vibrante e moderna, mas sempre alinhada aos ideais defendidos pelo festival, sem jamais permitir que a linguagem visual ofuscasse ou desviasse a atenção da verdadeira razão de ser do Rise.

Essa compreensão foi fundamental para definir o tipo de comunicação de que o Rise precisava: lúdica, vibrante e moderna, mas sempre alinhada aos ideais defendidos pelo festival, sem jamais permitir que a linguagem visual ofuscasse ou desviasse a atenção da verdadeira razão de ser do Rise.

Resultados

Confira mais dos meus trabalhos

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